TURNO 4 Três componentes para a paleta tintométrica

Meia-lua, anéis e busca — qual serve melhor ao cadastro

Os três usam a mesma base de dados: grupo → subcategoria → cor, cada cor com código, HEX, base e fórmula de corantes. Todos aceitam qualquer quantidade de itens e trazem busca por nome ou código. Clique nas lâminas, nos anéis e na lista — a ficha de cadastro à direita acompanha a seleção.

4a Leque tintométrico meia-lua de lâminas
{{ count }} CORES

{{ selName }}

{{ selCode }} · {{ selPath }}

{{ f.label }}

{{ f.value }}

Metáfora direta do leque físico da loja. Cabem ~24 lâminas antes de afinar demais; acima disso a subcategoria passa a ser o filtro obrigatório. Ótimo para escolher, fraco para varrer 2.000 cores.

4b Anéis concêntricos grupo → subcategoria → cor
{{ selCode }}

{{ selName }}

{{ selPath }} · base {{ selBase }}

{{ selHexLabel }}

Mostra a hierarquia inteira num só gesto: o anel externo é a cor, o do meio a subcategoria, o interno o grupo. Escala sem limite porque cada nível filtra o seguinte — o melhor para um catálogo tintométrico grande.

4c Busca + cadastro operacional
CADASTRAR COR
A fórmula de corantes é gravada junto da cor e sai direto para a máquina tintométrica.
RESULTADOS {{ resultsCount }}
TONALIDADES
{{ f.name }} {{ f.qty }}

A tela que o balconista usa: digita o nome, acha, vê a fórmula. A meia-lua aparece pequena, só como escada de tonalidades da cor escolhida. É a que sustenta cadastro e consulta de verdade.

MINHA RECOMENDAÇÃO

Combinar 4b e 4c: os anéis no site, onde o cliente explora e se encanta, e a busca com fórmula no sistema interno, onde a cor é cadastrada e consultada. O leque 4a vale como peça de campanha — vitrine, não ferramenta. Os três leem a mesma estrutura, então o cadastro é único: grupo, subcategoria, nome, código, HEX, base e corantes.